Sem quórum, sessão da CMBH que votaria cassação de Gabriel Azevedo é encerrada sem definição
Uma nova reunião em plenário foi convocada para a próxima segunda-feira (4); ainda hoje, segundo pedido de cassação pode ser aberto
Sem número mínimo de vereadores presentes, foi encerrada na manhã desta sexta-feira (1º), sem resultados, a reunião extraordinária na Câmara Municipal de Belo Horizonte (CMBH) para votar o relatório que pede a cassação do presidente da Casa, Gabriel Azevedo (sem partido).
A sessão estava marcada para as 9 horas e, por volta das 9h30, o vereador Wanderley Porto (Patriota) foi ao microfone da mesa para dizer que a reunião não seria aberta. Até aquele momento, apenas 10 vereadores marcaram presença - são necessários 21 votos para que uma reunião comece.
Veja quem compareceu à reunião:
Álvaro Damião (União)
Cida Falabella (Psol)
Dr. Célio Frois (PV)
Fernanda Altoé (Novo)
Gabriel Azevedo (sem partido)
Helinho da Farmácia (PSD)
Irlan Melo (Patriota)
Maninho Félix (PSD)
Sérgio Fernando Pinho Tavares (PL)
Wanderley Porto (Patriota)
Apesar de não confirmarem presença, os parlamentares do grupo ligado ao vice-presidente Juliano Lopes (Agir) estavam presentes na Câmara Municipal na manhã desta sexta-feira (1º).
A reportagem da Itatiaia apurou que o esvaziamento da sessão foi uma estratégia do grupo ligado a Lopes após Gabriel conseguir na Justiça uma liminar para suspender a convocação de dois suplentes e autorizar que o presidente da Câmara pudesse votar.
Próxima sessão
Uma nova reunião, também destinada a analisar o relatório de cassação de Azevedo, foi marcada para segunda-feira (4).
Antes disso, no entanto, foi agendada para a tarde desta sexta-feira (1º) uma reunião ordinária de plenário cujo primeiro item da pauta é a possibilidade de abertura de um segundo processo de cassação contra Gabriel Azevedo.
Dessa vez, o pedido parte do vereador Miltinho CGE (PDT), que alega que o presidente da Câmara, em uma entrevista a uma emissora de TV, disse que ele seria cassado pela prática de "rachadinha" em seu gabinete, com base em uma investigação do Ministério Público. O pedetista alega que a apuração do MP não tratava do assunto.
Antes do início da sessão uma decisão judicial determinou que a Câmara deixe de convocar os suplentes de Gabriel Azevedo e Miltinho CGE para assumirem as vagas de ambos os parlamentares de forma temporária.
A Justiça também, de forma liminar, garantiu que Azevedo pudesse votar na sessão em que ele próprio fosse julgado.
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