Ouça a rádio

Ouvindo...

Sem quórum, sessão da CMBH que votaria cassação de Gabriel Azevedo é encerrada sem definição

Uma nova reunião em plenário foi convocada para a próxima segunda-feira (4); ainda hoje, segundo pedido de cassação pode ser aberto

Compartilhar

Facebook Twitter LinkedIn WhatsApp
Sessão foi encerrada sem a presença mínima de vereadores em plenário

Sem número mínimo de vereadores presentes, foi encerrada na manhã desta sexta-feira (1º), sem resultados, a reunião extraordinária na Câmara Municipal de Belo Horizonte (CMBH) para votar o relatório que pede a cassação do presidente da Casa, Gabriel Azevedo (sem partido).

A sessão estava marcada para as 9 horas e, por volta das 9h30, o vereador Wanderley Porto (Patriota) foi ao microfone da mesa para dizer que a reunião não seria aberta. Até aquele momento, apenas 10 vereadores marcaram presença - são necessários 21 votos para que uma reunião comece.

Veja quem compareceu à reunião:

  • Álvaro Damião (União)

  • Cida Falabella (Psol)

  • Dr. Célio Frois (PV)

  • Fernanda Altoé (Novo)

  • Gabriel Azevedo (sem partido)

  • Helinho da Farmácia (PSD)

  • Irlan Melo (Patriota)

  • Maninho Félix (PSD)

  • Sérgio Fernando Pinho Tavares (PL)

  • Wanderley Porto (Patriota)

Apesar de não confirmarem presença, os parlamentares do grupo ligado ao vice-presidente Juliano Lopes (Agir) estavam presentes na Câmara Municipal na manhã desta sexta-feira (1º).

A reportagem da Itatiaia apurou que o esvaziamento da sessão foi uma estratégia do grupo ligado a Lopes após Gabriel conseguir na Justiça uma liminar para suspender a convocação de dois suplentes e autorizar que o presidente da Câmara pudesse votar.

Próxima sessão

Uma nova reunião, também destinada a analisar o relatório de cassação de Azevedo, foi marcada para segunda-feira (4).

Antes disso, no entanto, foi agendada para a tarde desta sexta-feira (1º) uma reunião ordinária de plenário cujo primeiro item da pauta é a possibilidade de abertura de um segundo processo de cassação contra Gabriel Azevedo.

Dessa vez, o pedido parte do vereador Miltinho CGE (PDT), que alega que o presidente da Câmara, em uma entrevista a uma emissora de TV, disse que ele seria cassado pela prática de "rachadinha" em seu gabinete, com base em uma investigação do Ministério Público. O pedetista alega que a apuração do MP não tratava do assunto.

Antes do início da sessão uma decisão judicial determinou que a Câmara deixe de convocar os suplentes de Gabriel Azevedo e Miltinho CGE para assumirem as vagas de ambos os parlamentares de forma temporária.

A Justiça também, de forma liminar, garantiu que Azevedo pudesse votar na sessão em que ele próprio fosse julgado.


Participe do canal da Itatiaia no Whatsapp e receba as principais notícias do dia direto no seu celular.  Clique aqui e se inscreva.

Leia Mais

Colunistas

Mais lidas do dia

Baixar o App da Itatiaia na Google Play
Baixar o App da Itatiaia na App Store

Av. Barão Homem de Melo, 2222 - Estoril Belo Horizonte, MG

T.(31)21053588