O simbolismo da primeira utilização do aeroporto Carlos Prates após a desativação
A pedido do Ministério da Saúde, o terreno foi usado para entrega de 42 ambulâncias do SAMU à PBH
O terreno do antigo aeroporto Carlos Prates foi utilizado primeira vez, nesta quinta-feira (9), desde que foi desativado em abril deste ano. A pedido do Ministério da Saúde, o terreno foi usado para a entrega de 47 ambulâncias que serão distribuídas para municípios de Minas Gerais. Normalmente, as entregas são feitas na Cidade Administrativa, sede do poder público estadual. No entanto, desta vez, o local foi diferente.
A justificativa formal está relacionada ao tamanho do espaço e à segurança do local, que é feita pela Guarda Municipal. No entanto, uma das das fontes da coluna, afirmou que há um "simbolismo" na utilização do terreno, mostrando que o local não voltará a ser um aeroporto e que um novo uso da área já começou. O plano do prefeito de Belo Horizonte, Fuad Noman (PSD), é construir um conjunto habitacional popular no local com financiamento do governo federal.
Vale lembrar que o governo federal cedeu o terreno para a Prefeitura de Belo Horizonte, enfrentando resistência das escolas e empresas instaladas no aeroporto e da base do governador Romeu Zema (Novo) na Câmara Municipal. A entrega das ambulâncias, que estão no terreno cedido à PBH, foi feita pelo secretário de Atenção Especializada à Saúde do Ministério, Helvécio Magalhães, que foi secretário do ex-governador Fernando Pimentel, oponente de Zema.
Enquanto Fuad tece uma relação amistosa com o governo federal, o governador de Minas segue desencontrado de ministros e do próprio presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
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