Quem são os reféns de Israel libertados pelo Hamas hoje?
O governo de Israel afirma 240 pessoas foram sequestradas pelo Hamas desde 7 de outubro
Após o acordo de trégua com Israel, o terrorista Hamas libertou, nesta sexta-feira (24), 23 reféns sequestrados no ataque ao Estado israelense em 7 de outubro. Entre os libertos estão 13 mulheres e crianças israelenses, 10 tailandeses e um filipino. Eles eram mantidos em cativeiro na Faixa de Gaza.
O governo de Israel acredita que 240 pessoas de diversas nacionalidades foram sequestradas pelo Hamas desde o dia 7 de outubro.
Um acordo anunciado na quarta-feira (22), com a mediação do Catar, Egito e dos Estados Unidos, prevê uma trégua de quatro dias nos combates entre Israel e Hamas. As autoridades esperam que pelo menos 50 reféns, dentre os 240, sejam liberados nesse período.
O grupo de 13 israelenses, formados por mulheres e crianças, foram entregues às forças de segurança do Estado de Israel e já estão em solo israelense, anunciou o governo de Benjamin Netanyahu. Oito dos 13 reféns libertados pertencem a três grupos familiares.
Entre eles, estão quatro crianças e seis mulheres idosas. Três meninas e um menino, com idades entre 2 e 9 anos, estão na lista publicada pelo gabinete do primeiro-ministro israelense - assim como seis mulheres com mais de 70 anos.
Entre as idosas, está Yaffa Adar, de 85 anos, a mais velha dentre as reféns que foram libertadas. Ela ficou "famosa" por um vídeo que mostra o momento do seu sequestro em um carrinho de golfe, no qual a senhora é exibida como uma espécie de troféu pelos extremistas do Hamas. A imagem viralizou nas redes sociais após os ataques de 7 de outubro em Israel.

Os 10 tailandeses e o outro filipino foram liberados para o Comitê Internacional da Cruz Vermelha (CICV) para serem levados ao Egito. De lá, eles devem seguir para Israel. Não foi identificado a identidade ou gênero das vítimas.
Acordo para libertação
Em troca, o governo israelense deve soltar, ainda hoje (24), prisioneiros palestinos assim que for informado que os reféns estão bem.
O Exército de Israel também se retirou do hospital Al Shifa, o mais importante da Faixa de Gaza, nesta sexta-feira (24), segundo o Ministério da Saúde do Hamas. As tropas atacaram o hospital na semana passada, alegando que o local servia como um centro de comando do Hamas, com uma complexa rede de túneis por baixo das suas instalações. O grupo islamista e as autoridades médicas negam as acusações.
Vítimas
A guerra entre Israel e Hamas já dura 48 dias com um total de mortes que ultrapassou 15.900, de acordo com os dados oficiais divulgados por ambos os lados na quarta-feira (22).
O número de mortos palestinos na Faixa de Gaza aumentou para 14.532, de acordo com o governo do Hamas, que controla o território palestino. Do lado israelense, os dados do governo mostram que cerca de 1.200 pessoas perderam a vida.
*Com informações de AFP e CNN
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