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Justiça dos EUA nega indenização a mulher que acusa Cristiano Ronaldo de estupro

Caso havia sido arquivado em 2022, mas a mulher entrou novamente com um pedido solicitando uma indenização

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Cristiano Ronaldo foi acusado de estupro em 2009

A Justiça dos Estados Unidos negou, nesta terça-feira (21), o pedido de indenização solicitado por Kathryn Mayorga a Cristiano Ronaldo. Ela o acusa de agressão sexual e havia pedido um pagamento de 25 milhões de dólares (R$122,25 milhões, na cotação atual).

O caso foi arquivado em 2022. A defesa da mulher havia pedido que o Tribunal de Recurso do 9º distrito de São Francisco anulasse a decisão do arquivamento e reabrisse o processo para indenizá-la, mas foi negado.

No entanto, segundo o Extra, a Justiça confirmou a decisão da juíza e o caso continua arquivado. A suposta agressão sexual teria acontecido em um hotel em Las Vegas, em 2009.

Desde que recebeu a denúncia, Cristiano Ronaldo afirma que a relação que os dois tiveram foi consensual. Os dois teriam assinado um acordo confidencial que é contestado pela mulher durante o processo, mas o craque afirma que o contrato foi assinado para que nenhum dos dois falasse sobre o assunto.


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