Ana Hickmann posta mensagem de reflexão após pedido de divórcio negado
Apresentadora teve o pedido de divórcio com base na Lei Maria da Penha negado por juiz
Ana Hickmann, de 42 anos, publicou na manhã desta quarta-feira (29) uma mensagem de reflexão após seu pedido de divórcio com base na Lei Maria da Penha ser negado pelo juiz da 1ª Vara Criminal e de Violência Doméstica e Familiar de São Paulo. No dia 11 de novembro, ela denunciou o marido, Alexandre Correa, por lesão corporal e violência doméstica em uma delegacia de Itu, no interior de São Paulo.
A apresentadora alegou no "Domingo Espetacular", da Record TV, no último fim de semana, ter solicitado a separação com base na Lei porque o processo é muito mais rápido. No entanto, o divórcio litigioso deverá tramitar pela Vara da Família e não pela Vara de Violência Doméstica.
"Deus não permite que as coisas aconteçam para bagunçar a nossa vida. Tenha fé, o seu agir está fazendo as mudanças necessárias. Deus te fará vencer e te honrará. Ele já está preparando um propósito grandioso. Tenha paciência, todo processo exige tempo. Deus vai agir no momento certo", diz o texto postado por Ana nesta manhã.
Na terça-feira (28), a defesa de Alexandre Correa protocolou duas medidas judiciais, uma alegando alienação parental e outra pedindo revogação parcial da medida protetiva - que foi solicitada pela apresentadora em caráter de urgência dias após as agressões.
O empresário afirma que não vê o filho há 17 dias, mas que há três Ana foi "cordial" ao deixá-lo conversar com o menino por videochamada. Sobre o segundo pedido, o advogado esclarece que Alexandre é impedido - por causa da medida protetiva - de pisar na empresa em que ele e Ana são sócios - a intenção é que ele possa frequentar o local no período em que ela estiver ausente.
Pouco após as falas do advogado, Alexandre veio a público elogiar a ex e afirmar que a empresa não é sua "prioridade." "Há três dias, Ana foi muito cordial, me colocou para falar com ele através de videochamada e a gente mata um pouquinho da saudade. Mas, a minha prioridade não é voltar à empresa, é ver o meu filho, abraçá-lo, jogar basquete com ele, beijá-lo, amassá-lo, fazer tudo que der de direito e tempo. Tá bom gente? Fica aí meu recado para que as coisas não fiquem distorcidas. Beijo grande e vamos ficar felizes".
Agressões
Ana Hickmann esteve em uma delegacia de Itu, no interior de São Paulo, no dia 11 de novembro, onde registrou boletim de ocorrência contra Alexandre Correa por violência doméstica e lesão corporal. Durante o "Domingo Espetacular", a apresentadora deu detalhes sobre a agressão que sofreu naquele dia.
Segundo Ana, a confusão começou após ela explicar ao filho que muitas "mudanças" podem ocorrer na vida dele com relação a "algumas coisas que ele está acostumado" - se referindo às dívidas. Em certo momento, a briga intensificou e ela pediu que a funcionária que estava na casa levasse o pequeno para o anexo que tem no imóvel.
"Eu comecei a gritar pedindo socorro. Eu gritava 'socorro, chama a polícia. É 190'. Eu consegui me desvencilhar dele e fui para a cozinha. Fiquei com muito medo. A minha cozinha tem uma porta de correr e a gente começou a brigar. Ele tentando segurar a porta aberta e eu tentando fechar. Quando ele viu que não ia conseguir deixar a porta aberta, ele pega e a bate com toda a força na mão que eu estava segurando o celular", recorda.
"Ele veio sim para me dar uma cabeçada. Ele jogou o corpo para me dar uma cabeçada, e só não me acertou porque eu me esquivei. E, no que me esquivei, fui buscar meu celular que estava perto da churrasqueira e falei 'se você vier para cima de mim eu vou chamar a polícia'. Falei isso, uma, duas, três vezes... ", continua.
Ela acrescenta: "A adrenalina estava tão forte que eu não sentir dor. Os meus cachorros estavam atrás de mim. A Fanny e o Joaquim. Eles estavam latindo muito por conta da briga. Toda vez que o Alexandre gritava os cachorros ficavam muito alterados dentro de casa e eu gritei 'pega'. O Joaquim pegou. Ele voou para cima dele e eu consegui fechar a porta e travar as janelas também. Só não consegui fechar a janela que ficava em cima da pia."
"Nesse momento, quando me sentei, já não mexia mais no meu braço, estava bem inchado, não conseguia mais ter movimento. Coloquei o celular em cima da mesa e ele foi em direção a cozinha e gritou para eu largar o celular [...] Liguei 190. Foram três toques e a policial atendeu do outro lado. Ainda bem que existe o 190, porque se eu não tivesse ligado ele tinha passado por aquela janela e eu não sei o que poderia ter acontecido. O Alexandre ficou muito alterado", destaca.
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