Luísa Sonza se arrependeu de ter feito documentário para a Netflix
Cantora explicou que não gravaria novamente um documentário para o streaming e contou o motivo
O documentário "Se Eu Fosse Luísa Sonza", que estreia no dia 14 de dezembro na Netflix, mexeu muito com a cantora. Tanto que, após as gravações, a voz de "Chico" chegou à conclusão de que não faria novamente um filme sobre a sua vida por considerá-lo muito "invasivo". A revelação foi feita em entrevista ao último "De Frente com Blogueirinha" do ano, na noite dessa segunda-feira (27).
Luísa conta que entre o fim de 2022 e o início deste ano enfrentou uma depressão profunda, que precisou do suporte da família. Foi neste período de saúde mental abalada que ela gravou o documentário para a Netflix em parceria com a Conspiração filmes. "É uma série sobre o processo de 'Escândalo Íntimo' e conta sobre a minha vida. Mostra tudo. Várias coisas que nunca falei sobre todos os assuntos", adianta.
Blogueirinha pergunta se ela aparece sendo grosseria com sua equipe, mas Sonza nega. "Eu sou grossa às vezes, bem direta quando acontece alguma coisa errada. Eu odeio quando existe uma explicação, uma desculpa, mas não tem tanto. Somos bem unidos", inicia.
"Eles me pegaram muitos nos meses que eu estava bem depressiva. Os meus surtos são muito mais sobre saúde mental, de não está bem, do que de outra coisa. Não que eu não seja [grossa]. Sou muito direta em tudo", continua. Hoje, ela disse estar ótima, ainda mais por ter se afastado das redes sociais.
Pouco depois, Luísa volta a falar do documentário e admite que não faria novamente. "É muito invasivo e é difícil. Você tem que voltar em um monte de coisa que você não quer voltar. Você tem que falar um monte de coisa que você não quer falar. Eles perguntam tudo, eles te pressionam", revela.
A cantora é questionada se o documentário é polêmico. "Não sei se vai, mas vindo de mim, né?", responde. Ela esclarece sobre as falas anteriores. "A gente entrou em consenso. É conversado e chegado à uma conclusão. Não é uma questão de certo e errado, pelo amor de Deus... Inclusive, a Bela é uma diretora incrível, eles foram legais comigo, só que é isso... não é fácil."
Luísa explica o motivo: "O povo te filmando o tempo todo, você fica toda engessada. É muito difícil você ter uma naturalidade e eu estava com a cabeça muito ruim naquela época. Eu olhava para a câmera e ficava assim [força um sorriso]."
Ela conta que no momento das gravações bateu um arrependimento de ter aceitado. "Naquele momento sim, eles sabem [...] Se fosse hoje, por exemplo, eu estaria muito melhor psicologicamente, eu ia fazer uma entrevista melhor, ia ser filmada diferente, ia tá com o cabelo bonito. Ia fazer VT, ia fazer muito VT", brinca.
Apesar disso, Luísa ressalta: "Tá lindo o documentário." No entanto, ao ser perguntada se tinha se emocionado, ela volta a fazer uma confissão. "Não quero falar sobre isso. Foi horrível minha reação. Eu vi algumas vezes e cada vez que tinha que editar ou falar alguma coisa... Você se vê de fora. É um choque tão grande. Por outro lado, foi assim que melhorei da cabeça, porque olhei e falei 'meu Deus, tô nesse estado aí?'"
Ela explica que estava bastante vulnerável durante todos os meses de gravação e que gostaria de estar "um pouquinho menos."
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