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Secretária comenta segunda eleição do Conselho Tutelar de BH: 'foi tudo como tínhamos pensado'

Após anulação, Rosilene Rocha, da pasta de Assistência Social, disse que pleito aconteceu de modo tranquilo e sem grandes intercorrências

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A secretária de Assistência Social de BH, Rosilene Rocha

A secretária de Assistência Social, Segurança Alimentar e Cidadania de Belo Horizonte, Rosilene Rocha, disse que a eleição para o Conselho Tutelar da cidade ocorreu de forma “tranquila” e sem problemas. As seções eleitorais fecharam às 17h deste domingo (3), com tempo extra apenas a cidadãos que já estavam nos pontos de votação.

Segundo Rosilene, mesmo com a adoção de um modelo baseado em cédulas de papel, o pleito aconteceu da maneira como o poder Executivo municipal planejou.

"Ocorreu tudo da maneira como tínhamos pensado e organizado. A gente montou uma estratégia de logística bastante profissionalizada. Dessa vez, organizamos a cidade para votar 100% no papel, diferentemente da outra vez, em que organizamos 50% para intercorrências. Por isso, dessa vez, tivemos uma eleição tranquila, sem filas e muito organizada, com um resultado bastante importante", disse.

A eleição deste domingo aconteceu por causa da anulação do primeiro pleito, em 1° de outubro. Os resultados iniciais foram descartados em virtude de problemas no sistema de votação, desenvolvido pela Empresa de Informática e Informação do Município de Belo Horizonte (Prodabel).

De acordo com a Prefeitura de Belo Horizonte, pelo menos 50 mil eleitores participaram da votação. Quatro mil pessoas trabalharam para viabilizar o pleito.

Rosilene Rocha celebrou o número de votantes e afirmou que a participação popular foi "muito importante".

Transporte irregular será investigado

Como mostrou mais cedo a Itatiaia, uma seção no Barreiro registrou problemas por causa da denúncia de suposto transporte irregular de eleitores. Um ônibus que compõe a frota do sistema de coletivos da cidade levou 50 cidadãos até a Escola Municipal União Comunitária, no Bairro Brasil Industrial, no Barreiro.

À reportagem, um dos policiais militares responsáveis pelo caso contou que o responsável pela denúncia afirmou que o ônibus levava moradores de uma colônia terapêutica para usuários de entorpecentes localizada em Esmeraldas, na Região Metropolitana de Belo Horizonte (RMBH).

Dos 50 passageiros do ônibus, apenas um pôde votar. Os demais não apresentaram comprovante de residência que os ligasse ao Barreiro. Como a eleição é regionalizada, eles foram impedidos de depositar uma cédula na urna de lona.

"Foi uma intercorrência externa ao processo: uma denúncia de transporte de eleitor, o que não pode de jeito nenhum. É crime eleitoral. A Guarda Municipal e a Polícia Municipal fizeram os registros. Isso é encaminhado à Comissão Eleitoral, que vai analisar. Se a comissão ver indícios (de crime), encaminha à Justiça", projetou Rosilene Rocha.

Apuração

Dos 112 candidatos, 54 serão eleitos. Cada uma das regionais terá nove responsáveis por acolher e prestar assistência a crianças e adolescentes em situação de vulnerabilidade. Outros nove eleitos vão atuar como suplentes gerais.

A expectativa da Prefeitura de BH é terminar a apuração dos votos neste domingo. Os mesários de cada uma das 378 seções eleitorais vão contabilizar os votos depositados na urna do local e lavrar uma ata com os números. Os dados serão repassados às regionais, que vão conferir os mapas de votação das seções e emitir os resultados.

Portanto, devem haver 378 resultados prévios e nove resultados finais — um para cada uma das regionais da cidade.



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