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Victor Meyniel: ator ficará frente a frente com agressor nesta terça; relembre o caso

Victor deverá ficar frente a frente com o estudante Yuri de Moura Alexandre, que está preso por lesão corporal, injúria por homofobia e falsidade ideológica

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Victor (à esquerda) foi agredido por Yuri, em setembro deste ano

Será realizada nesta terça-feira (7), às 16h, a primeira audiência do caso do ator Victor Meyniel, espancado na portaria de um prédio, em Copacabana, Zona Sul do Rio. A audiência ocorrerá por vídeochamada e Victor deverá ficar frente a frente com o agressor, o estudante de medicina Yuri de Moura Alexandre, que está preso por lesão corporal, injúria por homofobia e falsidade ideológica.

Entre as testemunhas convocadas para a audiência estão o porteiro Gilmar José Agostini, Karina de Assis Carvalho, amiga de Yuri que dividia o apartamento com ele, Marcos de Carvalho Abrantes, síndico do prédio, além dos policiais militares Felipe Bento Pereira e Fabiano Velasco Valadão, do 19ºBPM (Copacabana).

O caso

O caso aconteceu em Setembro deste ano. Victor e Yuri se conheceram numa boate em Copacabana, os dois foram para o apartamento de Yuri, onde tiveram momentos íntimos, e após uma amiga de Yuri, que mora com ele, chegar ao local, o estudante mudou de comportamento. Houve uma discussão e já na portaria do preso, Yuri agrediu o ator com socos e chutes. As imagens da agressão foram gravadas por uma câmera do prédio. Vitor Meyniel levou 42 socos em 37 segundos.

Após agredir o ator, Yuri foi malhar e acabou preso em flagrante na saída da academia.

O porteiro, Gilmar José Agostini, foi indiciado por omissão de socorro por ter presenciado as agressões e não ter feito nada. Para a defesa do ator, o agressor espancou Vítor após ter sua sexualidade exposta na portaria do prédio. Entretanto, Agostini fez um acordo financeiro para encerrar o processo contra ele.

A defesa do porteiro optou pela transação penal, um acordo permitido em casos de infrações menos graves, como a omissão de socorro que não resultou em morte. O Ministério Público do Rio de Janeiro propôs que Gilmar pagasse um salário mínimo (R$ 1.320,00) para o Instituto Nacional de Câncer (Inca) como punição. Caso o acordo seja descumprido, o porteiro pode voltar a ser processado.

*Com informações de Célio Ribeiro


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